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Doriana Mendes
soprano
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DORIANA MENDES, natural de Bauru-SP, é atriz, bailarina e cantora. Formada
no Bacharelado de Canto na UNIRIO (RJ), vem atuando, há treze anos, na
área de música erudita. Em parceria com o violonista Rodrigo Lima, integra
há oito anos o Duo Laguna tendo lançado, em 2001, o Cd DUO LAGUNA,
de modinhas e lundus, no Paço Imperial(RJ), na Fundação de Educação
Artística (Belo Horizonte), no Theatro São Pedro (SP-2002) e na Sala São
Paulo, nos Concertos Matinais em 2003. Em 2004 foi solista cantando
Stravinsky (Cantata) e Britten (Rejoice in the Lamb), concerto realizado
pelo Conjunto Calíope na Sala Cecília Meireles. Fez sua estréia
internacional em maio de 2000 na ópera AS MALIBRANS de Jocy de Oliveira
no Teatro da Ópera de Darmstadt, na Alemanha, reencenada em 2002, no
Teatro Avenida de Buenos Aires (o Cd desta ópera foi lançado em 2003 pelo
selo ABM-Digital). Em 2003 apresentou-se nos espetáculos O ÚLTIMO DIA,
dirigido por Sérgio Britto e BARROCO!, dirigido por Alberto
Renault; ambos com direção musical do cravista Marcelo Fagerlande. Viveu a
personagem Despina na ópera COSI FAN TUTTE, de Mozart, dirigida
por André Heller,em 2003 e 2004, na série Ópera de Bolso patrocinada
pela Prefeitura do Rio. Desde 1997 é integrante do Calíope (do maestro
Júlio Moretzsohn), Prêmio Carlos Gomes (2002) de melhor conjunto vocal do
país, com quem gravou os CDs Sábado Santo (solo: Matinas de Emerico Lobo
de Mesquita), Quinta-Feira Santa (solo: Miserere e Matinas de Jerônimo
de Souza Queiroz), Música Fúnebre (solo dos Seis Responsórios Fúnebres
de João de Deus de Castro Lobo) e Henrique Oswald e Alberto Nepomuceno -
música sacra (projeto patrocinado pela Petrobrás). Doriana tem cantado
peças inéditas de importantes compositores brasileiros. Foi intérprete de
duas obras do primeiro Cd de música eletro-acústica do Programa de
Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (2003) e participou de
três edições da Bienal de Música Contemporânea (1999, 2001e 2006) na Sala
Cecília Meireles (RJ) e do IV Encontro Latino-Americano de Compositores e
Intérpretes (2002), como solista convidada, em Belo Horizonte. Em 2002, à
frente da OSB e de um coro de mais de 150 vozes, fez o solo de soprano da
"FANTASIA CORAL" de Beethoven, sob a regência do maestro Yeruham
Scharovsky nos Concertos para a Juventude. Em 2001 cantou o papel de Polly,
na montagem de André Heller para A`ÓPERA DOS TRÊS VINTÉNS (Sala
Baden Powell-RJ) e a atuou no musical "COMPANY" (de Charles Möeller
e Cláudio Botelho), sucesso de público e crítica, no Teatro Villa-Lobos
(RJ) e em São Paulo no Teatro Alfa. Apresentou-se na França em setembro de
2005 com o espetáculo SINFONIETA BRAGUINHA de Karen Acioly na
programação do Carreau du Temple em Paris e na Abertura Saison de Jeune
Public do Festival de Nanterre (outubro), e em novembro com o CALÍOPE,
percorrendo Paris e algumas cidades da França, dentro das comemorações do
Ano do Brasil na França, projeto do Ministério da Cultura. Esteve em
novembro no Chile participando como intérprete do IV Festival
Internacional de Música Contemporánea de Valparaíso Riccardo Bianchinhi
2005, com o apôio da Embaixada Brasileira.
Vem se apresentando em 2006, junto ao pianista Franco Bueno, com o
espetáculo A Bela Época Canções de Cabaret e Café-Concerto.
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Talita
Siqueira
contralto
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Talita Siqueira,
natural do
Rio de Janeiro, cursa a Licenciatura em Educação Artística com habilitação
em Música na Escola de Música da UFRJ. Tem atuado como pianista e cantora
(coralista e solista) em diversos corais, como CALÍOPE SINFÔNICO, sob
regência de Júlio Moretzohn, CORAL DO IBEU sob regência de Weber Duarte,
TODOTOM UFRJ, BRASIL ENSEMBLE, EM ALTO E BOM SOM e CORAL INFANTIL DA
UFRJ, todos sob Regência de Maria José Chevitarese, (nos dois últimos atua
também como assistente de regência). Em 2002 foi aprovada em concurso
público como integrante do Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Atuou em 2005 como solista em DOM QUIXOTE E A DUQUESA de Boismortier sob
regência de Marcelo Fagerlande. Participou, como pianista, da gravação de
dois CDs do Coral TODO TOM e como cantora do CD do Coral BRASIL ENSEMBLE.
Já se apresentou em diversas salas de concerto do país e do exterior, tais
como Sala Cecília Meireles/RJ, Centro Cultural Banco do Brasil/RJ, Teatro
Municipal de Ilhéus/BA, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Carlos
Gomes/RJ (Série Concertos para Juventude), Portugal, Espanha e Áustria.
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Geilson Santos
Tenor
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Geilson Santos
vem
se destacando como solista no panorama musical brasileiro. Natural do Rio
de Janeiro, em 2005 foi um dos vencedores do Concurso Internacional de
Canto Bidu Sayão, em 2000, foi agraciado com o prêmio Armando Prazeres no
1º Concurso Petrobrás Pró-Música e em 1996 recebeu também o prêmio Jovem
Talento no concurso Carlos Gomes. Estreou na Ópera Orfeu, de Monteverdi,
na sala Cecília Meireles, sob a regência de Marcelo Fagerlande, que o
regeu também na Cantata do Café, de Bach e em 2005 no Dom Quixote e a
Duquesa, no CCBB/RJ. No Teatro Municipal/RJ, interpretou o papel de Elvino,
da ópera La Sonnambula, de Bellini, sob a regência de Luiz Fernando
Malheiro, e atuou como solista na cantata Carmina Burana, de Carl Orff,
sob a regência de Sílvio Barbato. Participou, ainda, do projeto Ópera do
Meio-dia do Teatro Municipal, tendo interpretado óperas como Idomeneo, de
Mozart, Pescador de Pérolas, de Bizet, I Puritani, de Bellini e Porgy and
Bess, de Gershwin. No V Festival de Ópera de Manaus, participou do
concerto de abertura e encerramento. Participou como solista do
documentário Mariana, para a TV Francesa, interpretando as Matinas de
Sábado Santo, de José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita, com o conjunto
Calíope, sob a regência de Julio Moretzohn. Também com o Calíope foi
solista na Cantata
Synphonie des psaumes,
de Stravinski e na Cantata Rejoice in the Lamb, de Britten. Atuou no
Oratório do Rio de Janeiro, de Edino Krieger, na Sala Cecília Meireles,
com a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência de Henrique
Morelembaum. Tem gravados, com participação como solista, quatro Cd's
junto ao conjunto Calíope em obras do período colonial brasileiro e um Cd
de Palestrina, com o grupo vocal Bene+Dictus.
Também com o Calíope, viajou em novembro a Paris e algumas cidades da
França, apresentando-se dentro das comemorações do Ano do Brasil na
França, projeto do Ministério da Cultura. Em 2006 além de concertos com o
Quarteto Colonial, cantou a Missa da Coroação de Mozart, junto à Orquetra
Petrobrás Sinfônica e estreará em São Paulo a ópera O Caixeiro da Taverna
de Guilherme Bernstein.
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Luiz Kleber Queiroz
Barítono
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Barítono natural do Rio de
Janeiro, Luiz Kleber Queiroz graduou-se em Canto e Química pela UFRJ, e cursou a
Formação Profissionali-zante de Atores da Casa das Artes de Laranjeiras
(CAL). Em 2006 além de concertos do Quarteto Colonial, se prepara para
cantar o papel de Fígaro em "As Bodas de Fígaro" em Campos - RJ. Em 2005 cantou o papel de Merlin na primeira apresentação no Brasil
da ópera Dom Quixote e a Duquesa de Boismortier, no Centro Cultural
Banco do Brasil, sob direção de Marcelo Fagerlande. Cantou também, como
solista, a Petit Messe Solennelle de G. Rossini no Teatro Municipal do
Rio de Janeiro sob regência de Maria José Chevitarese. Durante os anos de
2003 e 2004 integrou o "Projeto Ópera no Bolso" da prefeitura do Rio de
Janeiro, cantando os papéis de Dom Magnifico da ópera La Cenerentola de
G. Rossini e Dom Pasquale da ópera homônima de G. Donizetti. Ainda em
2004 cantou o papel do Cervejeiro Brauer na primeira apresentação no
Brasil da ópera A Comédia na Ponte de B. Martinu, no Projeto Piccola
Ópera do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2003 excursionou pelo
interior de Minas Gerais com o espetáculo É LUXO SÓ 100 ANOS DE ARY
BARROSO no qual atuou como o cantor Orlando Alves, junto à Orquestra
Experimental de Cataguases/MG. No Centro Cultural Banco do Brasil, cantou
em 2002 a ópera Viva La Mamma de G. Donizetti sob regência de Marcelo
Bussik e Maria Aida Barroso e em 2000 A Ópera dos Três vinténs de Kurt
Weil sob regência de José Ruas, com a qual também viajou, em 2001, para o
Festival Amazonas de Ópera. Cantou no Teatro Amazonas, o papel de
Alcindoro da Ópera La Boheme sob regência de Karl Martin. Ainda em 2001,
executou na Sala Cecília Meireles, a peça SOBRE O INFINITO de Alexandre
Schubert, vencedora na categoria Música Cênica da XIV BIENAL DE MÚSICA
BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, sob regência de André Góes. Nos anos de 2000 e
2001 participou do Projeto Ópera do Meio-Dia do Teatro Municipal do Rio de
Janeiro, cantando os papéis de Siméon na ópera LEnfant Prodigue de
Debussy, Capellio em I Capuleti e I Montecchi de Bellini, Tehrak da
ópera Abul de Nepomuceno e o recital Canções Espanholas. Em 1999
cantou o papel de Chato na primeira apresentação no Brasil da Ópera La
Purpura de La Rosa de Torrejón y Velasco, sob regência de Maria Aida
Barroso no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ. Ainda na
Escola de Música cantou os papéis de Belcore em O Elixir do Amor de G.
Donizetti, sob regência de Ernani Aguiar, Orfeo da ópera homônima de
Monteverdi, sob regência de Marcelo Fagerlande, Dom Pasquale da ópera
homônima de G. Donizetti, sob regência de André Cardoso e A FLAUTA
MÁGICA de W. A. Mozart sob regência de Roberto Duarte. Além de sua
carreira como solista, cantou em importantes grupos cariocas como Bene?Dictus
sob regência de Dom
Félix Ferrat, SPIRITUALS, sob regência de Marcelo Coutinho, CALÍOPE
SINFÔNICO e Coro SinfÔnico do Rio de Janeiro, sob regência de Júlio
Moretzsohn, e nos grupos de música antiga ATRIUM sob direção de Sarah
Cohen e DAEDALUS sob direção de Maria Aida Barroso, com o qual gravou o CD
Música Medieval. Integra o Coro do tHeatro municipal do rio de janeiro
desde 1999. Como ator trabalhou entre outras peças, em Romeu e Julieta
de William Shakespeare, La Serva Padrona de G. B. Pergolesi,
Ambulâncias na contramão de Marcio Viana e O MENINO DETRÁS DAS NUVENS
de Carlos Augusto Nazareth, pela qual ganhou o prêmio de melhor ator
coadjuvante no XVIII Festival Nacional de Teatro de São José do Rio Preto
/ SP.
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Maria Aida Barroso
Direção Musical
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MARIA AIDA BARROSO graduou-se em Regência pela Escola de Música da UFRJ,
tendo estudado com o Maestro Ernani Aguiar, e, atualmente conclui o
Mestrado em Cravo na mesma instituição, sob orientação do cravista Marcelo
Fagerlande. Dentre seus trabalhos, destacam-se: Direção Musical e Regência
de La Purpura de La Rosa, de Tomás de Torrejón y Velasco primeira
ópera composta na América Latina; Direção Musical e acompanhamento ao
piano da ópera La Cenerentola, de G. Rossini, no projeto Ópera de
Bolso da prefeitura do Rio de Janeiro; Assistência de Direção Musical da
Ópera Barroca DON QUICHOTTE CHEZ LA DUCHESSE de J. Bodin de Boismortier,
da Ópera Viva La MAMMA de G. Donizetti, da Fábula Musical O Último dia
sobre a vida do Padre José Maurício Nunes Garcia, todas no CCBB, e da peça
teatral O CASO DA RUA AO LADO de Labiche, no Teatro dos Quatro - RJ;
ORFEU, de C. Monteverdi na qual integrou a Orquestra Barroca, dirigida
por Marcelo Fagerlande; O CHALAÇA, de Francisco Mignone e O ELIXIR DO
AMOR de G. Donizetti, nas quais atuou como pianista preparadora. Dirige
o conjunto de Flautas ARS POÉTICA e rege o CORAL TECE VOZ, o CORAL À
CAPELLA e a ORQUESTRA EXPERIMENTAL em Cataguases/MG, onde é
professora. Em 2003, com a referida orquestra, realizou o espetáculo É
LUXO SÓ 100 Anos de Ary Barroso, com o qual viajou por cidades de Minas
Gerais nas comemorações do centenário do compositor. Realizou a direção
musical das peças teatrais ROMEU E JULIETA de W. Shakespeare indicada
ao Prêmio Cultura Inglesa na categoria Melhor Peça e AS AVENTURAS DE
PERSEU, ambas nos Jardins do Museu da República. Dirigiu o grupo
Daedalus de Música Antiga, com o qual gravou, o CD Música Medieval.
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